Areia lavada e queimada

O CECI apresenta a nova série BOAS PRÁTICAS DA GESTÃO DO RESTAURO por ocasião do lançamento da edição de 2014 do Curso de Gestão de Restauro.

A primeira ficha aborda a questão da aplicação da areia in natura na produção de argamassas e concretos sem os cuidados da lavagem. Não faz muito tempo que o procedimento de lavar areia nos canteiros de obras era uma tarefa corriqueira. Também, queimar a areia (calcinação) era um serviço que fazia parte das composições de preços para a produção de argamassas de revestimentos externos. Os rebocos denominados simili-granito, pedra-fingida ou argamassa raspada* não dispensavam a lavagem e a queima da areia, após essa passar pelo processo de peneiramento.

Os serviços de peneirar, lavar e queimar a areia faziam parte de especificações de obras e entravam nas composições de preços de serviços com apropriações de tempo, volume e custo de produção.

Em Pernambuco, Brasil, desde a década de 1970 que o setor imobiliário da construção civil deixou de lavar e queimar a areia. Não sei ao certo o porquê de essas boas práticas da construção terem sido abandonadas... Tempo? Custos? Sejam quais forem os motivos é inaceitável ver agregados imundos (vide foto abaixo) serem aplicados na produção de rebocos, concretos e outras argamassas.

Baixe a ficha do Boletim Técnico de Boas Práticas da lavagem e queima das areias que se usam na conservação e no restauro de edificações históricas.

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