• Jorge E. L. Tinoco

Gerenciamento de riscos - tempos de crise

Nesses dias chuvosos no Nordeste do Brasil, as igrejas fechadas e sem celebrações litúrgicas por conta da quarentena imposta pela pandemia do Coronavírus os riscos de danos potencializam-se. Afinal, como diz o adagio popular, "casa fechada e vazia vira ninho de cupins"

Igrejas e casas fechadas


ficam mais susceptíveis às deteriorações e aos riscos de danos. As construções antigas do nosso patrimônio histórico e artístico nacional, assim como os idosos, estão mais sujeitos aos decaimentos pelas ações das forças naturais (entropia) que levam as coisas à decrepitude e os ataques por microrganismos.


No caso das velhas igrejas e dos casarões usados para museus, repartições e outros entidades, que se encontram fechados na atualidade devido ao combate à pandemia, a livre exposição dos componentes construtivos e artísticos ao ataques de cupins e às infestações de mofos, bolores, podridões terão graves consequências no estado de conservação. A falta de aeração dos ambientes, os altos índices de umidade do ar nesse período chuvoso no caso das cidades litorâneas do Nordeste do Brasil trarão graves consequências à conservação do nosso patrimônio.

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